Minha jornada com a epilepsia: superando desafios e encontrando força

by - sexta-feira, setembro 22, 2023

 

Oi, pessoal! Hoje, quero compartilhar com vocês um pouco da minha história pessoal e como tenho lidado com a epilepsia. É um desafio diário, mas também uma oportunidade de crescimento e superação. Espero que minha experiência possa inspirar e trazer esperança para quem também vive com essa condição neurológica.

1) O diagnóstico: um novo capítulo na minha vida:

O diagnóstico que possuo epilepsia foi dado quando tinha 6 anos de idade, pois foi quando descobriram que possuo uma fissura no meu cérebro do lado direito. Bom para uma criança de 6 anos que nunca ouvi falar sobre isso, então sim foi muito assustador as crises iniciais já que por não realmente entender o que ocorria, eu so sabia gritar. 
E a epilepsia que possuo ela é focal ou seja eu tenho noção de quando vou ter, já que fico com sintomas antes, então eu não chego a cair e perder a noção.
Mas a pós eu começar a medicar, não ocorre com força extrema comparado a quando eu era pequena.
Por ser uma epilepsia causada por uma fissura no cérebro, então ela é de difícil controle, por isso ainda consiste muito presente nos dias atuais.

2) A importância do apoio familiar e de amigos:

A minha família foi toda a base para poder passar pela pior fase que é quando você é criança e não há noção do que se passa. Mas minha família sempre estão ao meu lado me apoiando e me incentivando a enfrentar todo esse momento que não importa a idade, mas é algo muito ruim quando acontece. Pois num momento estou bem conversando e do nada ela aparece me transformando em uma pessoa muito nervosa. Mas sempre estão lá me alegrando, me motivando para que tudo isso passe e volte ser aquela Paloma alegre.

3) Tratamento e autogerenciamento:

Aqui, vou falar sobre os diferentes tratamentos que experimentei ao longo do tempo e como encontrei um regime de medicamentos que funciona para mim, mesmo não havendo 100% do controle, pois como disse ela é uma epilepsia de difícil controle. Posso mencionar a importância de seguir o tratamento prescrito é algo super importante, no meu caso tomo 7 medicamentos, isso mesmo 7, manter uma rotina regular de sono, evitar estressores conhecidos e adotar hábitos saudáveis para controlar as crises.

4) Lidando com os estigmas e preconceitos:

Infelizmente, a epilepsia ainda é cercada por estigmas e preconceitos. Neste ponto, falo sobre os desafios que enfrentei ao lidar com a falta de compreensão e a discriminação em relação à minha condição. Por ter não somente essa condição como ser deficiente física, sim fui discriminada em muitos momentos principalmente no ambiente escolar, no qual muitas vezes era deixada de lado em atividades de educação física, por ser como sou ou até mesmo trabalhos em grupo. Mas mesmo por tudo isso, nunca deixei me levar por falas ou ações sempre deixei a vida levar seu curso. Abordei para desconstruir estereótipos, educar as pessoas ao meu redor e me empoderar para não permitir que o preconceito afete minha autoestima e autoconfiança.


Minha jornada com a epilepsia tem sido uma montanha-russa de emoções, mas também de aprendizados e superação. Espero que ao compartilhar minha história, possa ajudar outras pessoas que vivem com essa condição a encontrar força, apoio e esperança. Lembre-se de que você não está sozinho e que é possível levar uma vida plena e significativa, apesar dos desafios. Juntos, podemos superar qualquer obstáculo que a epilepsia nos apresente.

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3 Comments

  1. Olá Paloma, imagino como é difícil conviver com a epilepsia, mas o pior de tudo é enfrentar o preconceito. Que bom que você nunca se abalou e sabe lidar com as pessoas ao seu redor. O fato de compartilhar a sua história servirá de exemplo para muita gente.

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  2. Que bom que você consegue lidar com o preconceito, e aceita a epilepsia de forma natural, fico feliz em saber que tem medicamentos que diminui a intensidade. Não deve ser fácil, mas você passa uma certa tranquilidade nesse relato!

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  3. Paloma que bom que o preconceito não te abateu, você foi forte, muito importante você ter compartilhado com certeza a sua história vai ajudar muito.

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